Quem sou eu para calar a boca do mundo?
Desse mundo que só vomita merda em meu ouvido.
Quem sou eu para calar alguém com meus argumentos infindos?
É por isso, senhores
Que hoje guardo minha saliva
E o meu verbo.
Deixo que me calem,
E me calo.
Mas nunca hei de escutá-los também...
E mesmo que a manta da submissão
Caia falsamente sobre mim,
A paciência e a liberdade do pensar
São coisas que eu sempre terei.
Nenhum comentário:
Postar um comentário